Num silêncio forçado
Abdico do meu conforto.
Com o gosto da liberdade
De ser o que, e quem eu quero na boca
E não me olha torto
Pulo pra qualquer outro bairro ou cidade
E só volto quando me for conveniente
Não quando as ilusões padecerem
Chances forem desperdiçadas
Ou quando essa suposta ordem
Der jeito na balburdia da minha mente
Mas sim quando os orgulhos descerem
E as pazes serem feitas
E eu voltar pro marasmo que é ser normal por sua causa..
Ciao
Marlon
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