Flutuei nessa brisa
De tentar prever o que é bonito e o que é feio
Do que é desforme, do que é perfeito
Sorrir e produzir faísca
Estar entre a obrigação do inferno e a possibilidade do céu
Espumar de vontade de tanta coisa
Desatinar pra vestir esse papel
Preciso voltar naquela parte do filme
Que o vilão teve motivo pra ser vilão
E o mocinho pra ser tão sonso
Pra ter como preferência a sua versão
E não a que justifica o crime
E a veracidade da boa intenção
Um bolo de coisas simples e concatenadas
Que faço questão de tornar incoerentes
Sado-masoquista que sou
Coerência não faz meu tipo
Precisando sempre apostar todas as minhas fichas
Sem moderar o valor que inserem à minha inerte boa vontade
E a surpresa do desconhecido foi o motivo da maioria das minhas gargalhadas
Então esse sorvete fica marcado pra algum dia
E nessa história de saber de alguma coisa
Eu só sei que vai valer a pena
E dessa vez não vai ser por causa dos flocos e dos brigadeiros ;)
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1 comentários:
"E a surpresa do desconhecido foi o motivo da maioria das minhas gargalhadas
Então esse sorvete fica marcado pra algum dia
E nessa história de saber de alguma coisa
Eu só sei que vai valer a pena
E dessa vez não vai ser por causa dos flocos e dos brigadeiros ;)"
E no meio de tudo, está o sorvete! *-* Maldito Marlon. rs.
Adorei! Ja disse, e repito: vc escreve muito bem!
Beijos, querido
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