Bonito é no final das contas perceber que o teu sorriso é indiferente quase parecendo me ferir
Justamente pelo que convém pra quem quer só o que convém.
"Quero alguém com quem conversar, alguém que depois não use o que eu disse contra mim...Nada mais vai me ferir, é que já me acostumei com a estrada que segui com a minha propria lei, tenho o que ficou e tenho sorte até demais, como sei que tens também."
Ele aprendeu a ter os pés no chão, e que todo mundo tem seus motivos, mesmos os mais obscuros e profundos, pra justificar o que fazem ou deixam de fazer..
"Ainda não estou pronto pra saber a verdade, ou não estava a uma estação atrás"
Aprendeu que tem coisa que não tem jeito mesmo, e que o jeito é se conformar.. Mesmo que seja desastrosa as consequencias desse conformismo.
Aprendeu a te ver passar tomando sorvete ;)
Ciao
Marlon
Simples
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Fazendo de mim o mais brutal por fazer o que de mais divertido grunhe e o que todo o enrustido da nossa profana santidade implora.
"A gente engole seco ao constatar que não há lugar pior que aqui e quem tem saudade sabe até demais que o pior momento é o já."
E fazer do meu social um passo a passo de apresentador dominical.
Ter ar pra respirar e lágrimas pra derramar.
Bastar um momento constrangedor entre uma pessoa só.
As primaveras passam e só o que me remete é o fracasso de ser o que eu devo ser.
Desde quando ter a consciencia da verdadeira intenção é uma virtude?
Quero o tosco e o montado, desde que seja mais divertido que o tédio do real.
Esse solo é meu e se eu pudesse seria mais de um pra cantar todos os refrões, chorar todas as estrofes e tomar o fôlego de todas as introduções.
Bonito é ter saudade de rimas banais pra não ter que quebrar muito a cabeça por invejar um poema milimetricamente sem forma.
E achar graça da piada sem graça por ela achar que tem graça..
Se esse espaço de tempo entre o nascer e o morrer fosse tão desleixado assim, aí sim eu estaria atrás do complicado..
Ciao
(Marlon)
"A gente engole seco ao constatar que não há lugar pior que aqui e quem tem saudade sabe até demais que o pior momento é o já."
E fazer do meu social um passo a passo de apresentador dominical.
Ter ar pra respirar e lágrimas pra derramar.
Bastar um momento constrangedor entre uma pessoa só.
As primaveras passam e só o que me remete é o fracasso de ser o que eu devo ser.
Desde quando ter a consciencia da verdadeira intenção é uma virtude?
Quero o tosco e o montado, desde que seja mais divertido que o tédio do real.
Esse solo é meu e se eu pudesse seria mais de um pra cantar todos os refrões, chorar todas as estrofes e tomar o fôlego de todas as introduções.
Bonito é ter saudade de rimas banais pra não ter que quebrar muito a cabeça por invejar um poema milimetricamente sem forma.
E achar graça da piada sem graça por ela achar que tem graça..
Se esse espaço de tempo entre o nascer e o morrer fosse tão desleixado assim, aí sim eu estaria atrás do complicado..
Ciao
(Marlon)
domingo, 15 de novembro de 2009
Flutuei nessa brisa
De tentar prever o que é bonito e o que é feio
Do que é desforme, do que é perfeito
Sorrir e produzir faísca
Estar entre a obrigação do inferno e a possibilidade do céu
Espumar de vontade de tanta coisa
Desatinar pra vestir esse papel
Preciso voltar naquela parte do filme
Que o vilão teve motivo pra ser vilão
E o mocinho pra ser tão sonso
Pra ter como preferência a sua versão
E não a que justifica o crime
E a veracidade da boa intenção
Um bolo de coisas simples e concatenadas
Que faço questão de tornar incoerentes
Sado-masoquista que sou
Coerência não faz meu tipo
Precisando sempre apostar todas as minhas fichas
Sem moderar o valor que inserem à minha inerte boa vontade
E a surpresa do desconhecido foi o motivo da maioria das minhas gargalhadas
Então esse sorvete fica marcado pra algum dia
E nessa história de saber de alguma coisa
Eu só sei que vai valer a pena
E dessa vez não vai ser por causa dos flocos e dos brigadeiros ;)
De tentar prever o que é bonito e o que é feio
Do que é desforme, do que é perfeito
Sorrir e produzir faísca
Estar entre a obrigação do inferno e a possibilidade do céu
Espumar de vontade de tanta coisa
Desatinar pra vestir esse papel
Preciso voltar naquela parte do filme
Que o vilão teve motivo pra ser vilão
E o mocinho pra ser tão sonso
Pra ter como preferência a sua versão
E não a que justifica o crime
E a veracidade da boa intenção
Um bolo de coisas simples e concatenadas
Que faço questão de tornar incoerentes
Sado-masoquista que sou
Coerência não faz meu tipo
Precisando sempre apostar todas as minhas fichas
Sem moderar o valor que inserem à minha inerte boa vontade
E a surpresa do desconhecido foi o motivo da maioria das minhas gargalhadas
Então esse sorvete fica marcado pra algum dia
E nessa história de saber de alguma coisa
Eu só sei que vai valer a pena
E dessa vez não vai ser por causa dos flocos e dos brigadeiros ;)
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